Questionário
O
Presidente da nossa República, S. Excia., Michel Temer, recebeu da Policia
Federal um questionário com pouco mais de 80 quesitos, a ser respondido em 48
horas, em sua residência ou gabinete de trabalho, dentro das prerrogativas que
o cargo lhe confere.
Os
quesitos tratam e estão ligados a investigação que se desenrola no órgão policial
e como dito com prazo inicial definido de 48 h. Porém, o Presidente solicitou
que referido prazo fosse dilatado, o que lhe fora deferido.
Esse
deferimento gerou nas redes sociais alguns posicionamentos de gozação por parte
de alguns brasileiros, que fizeram comparações com o prazo definido para que
vestibulandos tem apenas um dia para realizar sua avaliação,enquanto ao
Presidente foram programados mais de dois. E o pior foi como o questionário foi
devolvido, sem nenhuma resposta e que, nos faz lembrar o personagem Chaves, que
diria: “Ai que burrrrroooo, dá zero para ele!”
Por
fim, o Presidente sob a orientação de seu advogado omitiu-se em responder os
quesitos, mesmo a despeito da prorrogação do tempo.
Ora
há de se convir e lembrar que todos negam terem cometido deslizes! Mas quando
lhes é dado o legal momento de se explicarem e se defenderem com argumentos
convincentes provarem a inexistência do cometimento de qualquer deslize,
mantem-se silentes.
Mas
essa realidade é muito comum nos meios policiais e judiciais, quando muitos são
chamados a se explicarem e naqueles locais saem-se com as tergiversões, saídas pela
tangente, covardia, traição e mentiras absurdas. Ou só falo em juízo!
No
caso do Presidente podemos qualificar como péssimo exemplo, pois se não deve
nada e nada de irregular fez, não será o resultado “a” ou “b” da perícia que
está sendo feita nas gravações que mostrarão qualquer erro institucional do
Chefe de Estado do Brasil.
Esse
registro de que ninguém é obrigado a
produzir provas contra si é um disfarce que só beneficia o infrator, posto que
o cidadão consciente de que não cometeu nenhuma infração, escreve nas respostas
toda a realidade dos fatos, pois o faria sem a presença de qualquer agente
policial do estado e apenas na presença de seu causídico ou quem lhe conviesse ali
estivesse.
Quem
em seu perfeito estado emocional e sem alguma pressão, iria inventar crimes que
não cometeu e colocar essa criação como resposta numa inquirição?
Portanto,
so informará provas contra si, quem verdadeiramente cometeu o crime, posto que,
como se sabe, testemunhas é que não podem mentir mas, o investigado sim e normalmente é o que ocorre. Pois antes, na
hora da ação o sujeito é valente e ninguém segura mas, quando a algema vem, se
não consegue se escafeder, vai mentir e mentir muito, passar mal, e vai para o
hospital e etc…Assim se porta covarde!
Lúcio
Reis
Belém
do Pará
Em
11/06/17.
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