sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Fragmentar operação

O portal MSN nesta data publica matéria, cuja manchete diz: Coordenador da Lava Jato reconhece derrota em fatiamento de inquéritos.
Iniciando diz que o procurador do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, Deltan Martinazzo Dallagnol, coordenador da força-tarefa do MPF na referida operação, reconheceu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fragmentar as investigações da operação Lava Jato foi uma derrota e informa que os procuradores vão ser flexíveis, se adaptar e continuar lutando. Respeitando a decisão do Supremo mas, embora discordando, diz que não vão “enfraquecer ou desanimar”.
No prosseguir da matéria há a informação de a Força Tarefa do MPF da referida operação, foi uma das indicadas para receber o premio Global Investigations Review (GIR), em cerimônia num hotel em Nova York. Além do nosso pessoal, concorreu também a premiação em tela, os advogados do EUA responsáveis pelas investigações do pagamento de propina na Fifa e que prendeu vários cartolas da instituição do futebol, com sede na Suiça.
Ou seja, o nome do Brasil, aparece lá fora em situação de orgulho e satisfação para o povo brasileiro e não, de desgosto ao ver aquele Sr Marin preso em função de ação condenável e ser dito para o mundo ser ele brasileiro.
Quando o procurador admite que a investigação ao ser fragmentada há uma derrota  nas ações da mesma, implícito fica que houve uma vitória para os investigados e por conseguinte para a corrupção e para aqueles nesta arrolados e que, com essa decisão judicial superior, fogem de sob as passadas forte, firmes e brilhantes da equipe dos procurador Dallagnol, seus companheiros Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Henrique Possobon.
Sob outro aspecto não deixa de ser também a derrota de uma batalha nessa guerra contra a corrupção e que aflige e massacra o cidadão brasileiro trabalhador e sacrificado sob a pesada carga tributária nacional e assim, Sr procurador, ao seu lado, de seus companheiros e a equipe de 50 pessoas nessa guerra, creia, está a parcela da sociedade que não pactua com esses desvios de personalidade e que, há décadas só ofertam ao povo brasileiro tragédias imorais no palco da desonestidade e recebendo os aplausos e beneplácito de uma justiça lenta e que, pelo decurso de prazo, termina por premiar a delinqüência sobre o erário e fazer o crime compensar por aqui.
Espera-se que não venham a arrefecer e que, entendam que a decisão do STF pode ou quem sabe  deva ser transformada em energético a que tenham mais empenho e disposição em aplicar os dispositivos legais nos facínoras, independente de que portem ou não um diploma eletivo, pois assim, mais crescerá o apoio da sociedade ao empenho e aplausos à essa equipe.
Adiante! Prossigam, pois o Brasil pertence ao brasileiro de caracter honesto e não a uma minoria de facínoras, covardes e traidores da Nação. E a sociedade que torce pelo bem deste País, está ao vosso lado e sem dúvida vibra de satisfação quando vê o lado podre algemado.

Lúcio Reis
Em 25/09/15

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