Fragmentar operação
O portal MSN nesta data
publica matéria, cuja manchete diz: Coordenador da Lava Jato reconhece derrota
em fatiamento de inquéritos.
Iniciando diz que o
procurador do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, Deltan Martinazzo
Dallagnol, coordenador da força-tarefa do MPF na referida operação, reconheceu
a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fragmentar as investigações da
operação Lava Jato foi uma derrota e informa que os procuradores vão ser flexíveis,
se adaptar e continuar lutando. Respeitando a decisão do Supremo mas, embora
discordando, diz que não vão “enfraquecer ou desanimar”.
No prosseguir da matéria há
a informação de a Força Tarefa do MPF da referida operação, foi uma das
indicadas para receber o premio Global Investigations Review (GIR), em cerimônia
num hotel em Nova York. Além do nosso pessoal, concorreu também a premiação em
tela, os advogados do EUA responsáveis pelas investigações do pagamento de
propina na Fifa e que prendeu vários cartolas da instituição do futebol, com
sede na Suiça.
Ou seja, o nome do
Brasil, aparece lá fora em situação de orgulho e satisfação para o povo
brasileiro e não, de desgosto ao ver aquele Sr Marin preso em função de ação
condenável e ser dito para o mundo ser ele brasileiro.
Quando o procurador
admite que a investigação ao ser fragmentada há uma derrota nas ações da mesma, implícito fica que houve
uma vitória para os investigados e por conseguinte para a corrupção e para
aqueles nesta arrolados e que, com essa decisão judicial superior, fogem de sob
as passadas forte, firmes e brilhantes da equipe dos procurador Dallagnol, seus
companheiros Carlos Fernando dos Santos Lima e Roberson Henrique Possobon.
Sob outro aspecto não
deixa de ser também a derrota de uma batalha nessa guerra contra a corrupção e
que aflige e massacra o cidadão brasileiro trabalhador e sacrificado sob a
pesada carga tributária nacional e assim, Sr procurador, ao seu lado, de seus
companheiros e a equipe de 50 pessoas nessa guerra, creia, está a parcela da
sociedade que não pactua com esses desvios de personalidade e que, há décadas só
ofertam ao povo brasileiro tragédias imorais no palco da desonestidade e
recebendo os aplausos e beneplácito de uma justiça lenta e que, pelo decurso de
prazo, termina por premiar a delinqüência sobre o erário e fazer o crime
compensar por aqui.
Espera-se que não venham
a arrefecer e que, entendam que a decisão do STF pode ou quem sabe deva ser transformada em energético a que
tenham mais empenho e disposição em aplicar os dispositivos legais nos facínoras,
independente de que portem ou não um diploma eletivo, pois assim, mais crescerá
o apoio da sociedade ao empenho e aplausos à essa equipe.
Adiante! Prossigam, pois
o Brasil pertence ao brasileiro de caracter honesto e não a uma minoria de facínoras,
covardes e traidores da Nação. E a sociedade que torce pelo bem deste País, está
ao vosso lado e sem dúvida vibra de satisfação quando vê o lado podre algemado.
Lúcio Reis
Em 25/09/15
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