VINGANÇA DO EDUARDO CUNHA
O noticiário nacional informa que José Eduardo Cardoso da AGU do governo da Presidente Dilma, impetrou mais uma ação junto ao STF, com o objetivo de obstar e parar o andamento do processo de impedimento da ocupante do Palácio do Planalto, com o argumento de que o deputado Eduardo Cunha acatou o pedido de impeachemnt e o colocou a votação para admissibilidade ou não do feito pela Câmara, movido por sentimento de vingança e oposição contra a atual Presidente da República pelo Partido dos Trabalhadores.
Já registrei comentário, no qual menciono as investidas judiciais e infrutíferas patrocinadas pela AGU-Advocacia Geral da União e todas resultaram em o não obter de nenhum êxito e por isso mesmo, algum resultado de interesse da presidência e salvo engano, elas somam mais de meia dúzia.
Na condição de leigo mas, de quem vem acompanhando o desenrolar dos acontecimentos e, usando minha capacidade - que pode até ser mediocre, mas que a tenho e a uso - passo e posso fazer a seguinte analise, a luz do que é público e assim de ampla ciência da sociedade.
Como dito, o mote agora é vingança do deputado Eduardo Cunha e que, se acha, por determinação judicial suspenso do exercício de seu mandato e função de presidente da Câmara Federal.
Tudo bem, vamos admitir e concordar que seja vingança.
Porém, vamos também observar o seguinte: o poder de vingança dele, dentro do entendimento da AGU tem uma força e uma energia tamanha, com poder de gerar e reproduzir esse mesmo sentimento nos 367 deputados que votaram pelo sim no dia 17 de março p.p.
Por isso, havemos de convir, só podemos concluir ser um argumento frágil e que, possivelmente não vai prosperar e será mais uma derrota da Presidente ante a analise dos juizes do STF e por conseguinte se vislumbra e se desenha mais uma derrota da AGU e ao cabo da presidente. Que aliás, tem muito Eduardo ao seu redor.
Hoje a sociedade viu os movimentos de apoio a presidente causando transtornos e prejuízos aos cidadãos no seu direito de ir e vir, trabalhar e produzir, queimando pneus nas vias públicas nas estradas, fechando comércios, saqueando-os e por isso, só dilata a distancia que a separa do povo, cada vez mais da, até aqui presidente do povo e torna cada vez mais impossível sua permanência na função presidencial.
Lúcio Reis
Belém, Pa, em 10/05/2016
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