sábado, 14 de maio de 2016

Economia Simbólica ou a mesmice?
Está informado na imprensa – portal UOL - nacional que cortes de cargos, pela equipe de Temer só gerará economia simbólica.
Ao mesmo tempo, em outra matéria falam do custo relativo ao trabalho do marqueteiro que fez a marca do novo governo Temer, sem contrato e, no corpo da matéria é dito que o governo tem contratos com três agências e que poderiam ter feito a nova marca e são elas: Leo Burnet, Nova/SB e Propeg.
Prosseguindo há o informe de que as três gerenciam verbas anual de R$150 milhões para a publicidade oficial da Presidência. Mas, acrescenta que quando a conta incluiu os ministérios, os gastos anuais com publicidade sobem para cerca de R$1 bilhão.
Ainda sobre economizar é publicado que o corte de número de ministérios e cortes de cargos prometidos pela administração Michel Temer, proporcionarão, ao menos de imediato, uma economia apenas simbolica de despesas.
Ainda no assunto corte, o Ministro Romero Jucá anunciou que a meta fixada de corte é de 4000 cargos até o final do ano, presumivelmente do universo de cerca de 23 mil cargos de livre nomeação existente no executivo, dos quais 21,7 mil, estavam ocupados em janeiro.
Ao olharmos atentamente essas informações preliminares, é possível concluir, salvo melhor juízo e descontando minha ignorância, que saiu ou vai sair a Presidente, entra e vai entrar até 2018 o Presidente e o alvo do massacre continua o povo que ainda tem um contra cheque com seu ganho mensal e é fonte de imposto com o carrinho de supermercado na mão.
Ora voltemos ao inicio desta crônica e, dentro da ótica deste ignorante, vem a primeira pergunta: para que fazer propaganda do governo se ele não tem concorrente? Porquê fazer comercial das administrações públicas, se elas dispõem e podem entrar em rede nacional de radio e TV e falar o que planejam e executam, pois não é assim toda semana que as siglas partidárias fazem? Qual a mercadoria que o governo pretende vender e dela fazer propaganda?
Como foi informado, se o corte de 4000 postos, gerará economia simbólica, corte-se os 21,7 mil, pois estes quando contratados de ante mão sabiam que poderiam sair com a mudança de comando. No entanto, não adiantará nada cortar os atuais contratados petistas e re inchar a máquina com os apadrinhados das siglas que se instalaram agora no poder.
Por outro lado os posicionamentos preliminares do Sr Henri      que Meireles, em entrevistas iniciais às redes de emissoras, não poderia ser mais infeliz, inoportuno e inconveniente, quando aventa a possibilidade do retorno da CPMF, cuja rejeição pela sociedade já foi concretamente demonstrada. E falar de mudanças em aposentadorias pelo INSS, outra maldade inominável. Invistam em fiscalizações e eliminem os atos de corrupção no Instituo e que sistematicamente são expostos na imprensa.
Ora Sr Meireles, mostre à sociedade as faturas com os gastos nos cartões corporativos, quando sabemos que até tapioca já pagou, a quando da administração anterior. Eimine-se essa modalidade de desencaixe e que não se venha com a desculpa de não poder nada mostrar em função da segurança nacional. A não ser que, em relação ao gasto com tapioca, foi omitido o acompanhamento, que seria o cafézinho e este ameaçaria a segurança de nosso País.
Quanto as empresas de marqueteiros, é relevante lembrarmos que a sociedade está atenta e com a pulga na orelha, pois não é demais recordar que o Sr Marcos Valério e sua empresa, aquele do mensalão foram e ainda são peças substancias dos crimes de corrupção na AP470.
Bem! O povo mudou e quer mudança e, pelo visto o Presidente e sua equipe não fizeram a devida leitura e a correta linguagem dos protestos nas ruas, pois ministros que atuaram na administração Dilma, agora também vão atuar na administração Temer. E isso por certo não é mudança. Até mesmo deputado – líder do PMDB na camara -  que votou pela permanência de Dilma, agora atuará ao lado de Temer, que porcaria de incoerênciaé essa? Será que não há cabeças competentes na Nação para serem ministros. Por que tem que ser politico com mandato? Para que seu suplente assuma?
De jeito que a situação se encaminha, parece que foi trocar 12 por uma dúzia ou 12 dúzias por uma grosa.
Lúcio Reis
Belém-Pa-Brasil

Em 14/05/2016

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