Economia Simbólica ou a mesmice?
Está informado na imprensa – portal UOL - nacional
que cortes de cargos, pela equipe de Temer só gerará economia simbólica.
Ao mesmo tempo, em outra matéria falam do
custo relativo ao trabalho do marqueteiro que fez a marca do novo governo
Temer, sem contrato e, no corpo da matéria é dito que o governo tem contratos com
três agências e que poderiam ter feito a nova marca e são elas: Leo Burnet,
Nova/SB e Propeg.
Prosseguindo há o informe de que as três
gerenciam verbas anual de R$150 milhões para a publicidade oficial da Presidência.
Mas, acrescenta que quando a conta incluiu os ministérios, os gastos anuais com
publicidade sobem para cerca de R$1 bilhão.
Ainda sobre economizar é publicado que o
corte de número de ministérios e cortes de cargos prometidos pela administração
Michel Temer, proporcionarão, ao menos de imediato, uma economia apenas simbolica
de despesas.
Ainda no assunto corte, o Ministro Romero
Jucá anunciou que a meta fixada de corte é de 4000 cargos até o final do ano,
presumivelmente do universo de cerca de 23 mil cargos de livre nomeação
existente no executivo, dos quais 21,7 mil, estavam ocupados em janeiro.
Ao olharmos atentamente essas informações
preliminares, é possível concluir, salvo melhor juízo e descontando minha ignorância,
que saiu ou vai sair a Presidente, entra e vai entrar até 2018 o Presidente e o
alvo do massacre continua o povo que ainda tem um contra cheque com seu ganho
mensal e é fonte de imposto com o carrinho de supermercado na mão.
Ora voltemos ao inicio desta crônica e,
dentro da ótica deste ignorante, vem a primeira pergunta: para que fazer
propaganda do governo se ele não tem concorrente? Porquê fazer comercial das
administrações públicas, se elas dispõem e podem entrar em rede nacional de
radio e TV e falar o que planejam e executam, pois não é assim toda semana que
as siglas partidárias fazem? Qual a mercadoria que o governo pretende vender e
dela fazer propaganda?
Como foi informado, se o corte de 4000
postos, gerará economia simbólica, corte-se os 21,7 mil, pois estes quando
contratados de ante mão sabiam que poderiam sair com a mudança de comando. No
entanto, não adiantará nada cortar os atuais contratados petistas e re inchar a
máquina com os apadrinhados das siglas que se instalaram agora no poder.
Por outro lado os posicionamentos preliminares
do Sr Henri que Meireles, em
entrevistas iniciais às redes de emissoras, não poderia ser mais infeliz,
inoportuno e inconveniente, quando aventa a possibilidade do retorno da CPMF,
cuja rejeição pela sociedade já foi concretamente demonstrada. E falar de
mudanças em aposentadorias pelo INSS, outra maldade inominável. Invistam em
fiscalizações e eliminem os atos de corrupção no Instituo e que
sistematicamente são expostos na imprensa.
Ora Sr Meireles, mostre à sociedade as
faturas com os gastos nos cartões corporativos, quando sabemos que até tapioca
já pagou, a quando da administração anterior. Eimine-se essa modalidade de
desencaixe e que não se venha com a desculpa de não poder nada mostrar em função
da segurança nacional. A não ser que, em relação ao gasto com tapioca, foi
omitido o acompanhamento, que seria o cafézinho e este ameaçaria a segurança de
nosso País.
Quanto as empresas de marqueteiros, é
relevante lembrarmos que a sociedade está atenta e com a pulga na orelha, pois
não é demais recordar que o Sr Marcos Valério e sua empresa, aquele do mensalão
foram e ainda são peças substancias dos crimes de corrupção na AP470.
Bem! O povo mudou e quer mudança e, pelo
visto o Presidente e sua equipe não fizeram a devida leitura e a correta
linguagem dos protestos nas ruas, pois ministros que atuaram na administração
Dilma, agora também vão atuar na administração Temer. E isso por certo não é
mudança. Até mesmo deputado – líder do PMDB na camara - que votou pela permanência de Dilma, agora
atuará ao lado de Temer, que porcaria de incoerênciaé essa? Será que não há cabeças
competentes na Nação para serem ministros. Por que tem que ser politico com
mandato? Para que seu suplente assuma?
De jeito que a situação se encaminha,
parece que foi trocar 12 por uma dúzia ou 12 dúzias por uma grosa.
Lúcio Reis
Belém-Pa-Brasil
Em 14/05/2016
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