quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A donzela de véu e grinalda
Nosso País é um celeiro de artimanhas e que atendem todos os gostos e, seus protagonistas independem do gênero. E olhe que o golpe do baú, a principio, já teria sido sepultado ou esquecido lá atrás no tempo! Mas,teria mesmo?
As mulheres em sua grande maioria, vem assumindo as rédeas de suas vidas, e de uma maneira geral, em todas as atividades, profissões e funções, construindo suas independências e desvinculando seus dias, seus viveres da ação ou sustento do macho. O que entendo ser muito salutar e de verdade aplaudo.
Porém, vez por outra, aparece uma “inocente” ou “muito esperta” e com sua rede de arrastão tenta pescar o peixe que reúne todas as guelras a dar fôlego aos seus projetos comerciais e construção de um pé de meia, trabalhados sobre um colchão de água. Ou simultaneamente são pescadoras e também peixes daquela espécie voraz e que consumem uma boi em questão de minuto, deixando-o só no esqueleto.
O mais recente filme tem como protagonista, jovem carioca de 20 anos, porém que não gosta de assistir olimpíada e muito menos as competições de pistas de corridas, 100 m rasos, por exemplo, pois sequer, segunda ela: “Mas na hora nem sabia que ele era ele, por que eram muitos jamaicanos parecidos”.
Coitada! Ela não deixa de ter razão, pois afinal, como diz o dito popular: na “noite todos os gatos são pardos”. E no caso, numa boite na penumbra atletas da Jamaica são todos negros mesmo.
E assim, pode-se concluir que essa “donzela” é realmente muito “bobinha” ou demasiadamente “ingenua” e sem nenhuma maldade na mente e assim, não teve o menor zêlo com sua integridade, posto que – ela ainda é uma estudante e inexperiente – foi convidada por um segurança do atleta maratonista e sem pestanejar, o acompanhou até o camarote do famoso medalhista, ignorando ser ele quem é. Ou seja: convite feito, convite aceito, pois como desperdiçar uma isca jogada na turbulência de uma boite? E depois, o amanhã se constroe ou principia a construção no hoje.
Pronto! Os holofotes da fama foram ligados e direcionados à jovem acompanhante e que declara: “não foi nada demais.Foi normal”. Conforme disse a um jornal.
Bem ante o normal que ela declina, só poderemos constatar, se em maio de 2017, ela não tenha sobre seu ventre os holofotes da mídia e nas matérias a discussão sobre pensão alimentícia.
E não se venha rotular minha opinião e conclusão como de machista, pois a realidade mostra que ainda há muitas que racionam pelo útero ou tem neste órgão sua CTPS com contrato de ganho e razão de seu sustento e, os bobos que caem ou vão na onda também por aí estão e só aparecem após a decretação da prisão por falta do pagamento da pensão alimentícia. E tudo a que aqui fiz referencia está na imprensa nacional.
É como diz a Raquel Shcherazade, grande mulher e excelente jornalista, essa é a minha opinião!
Lúcio Reis
Belém-Pa. Brasil
Em 25/08/2016  




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