A donzela de véu e grinalda
Nosso País é um celeiro de artimanhas e que atendem todos os gostos e, seus
protagonistas independem do gênero. E olhe que o golpe do baú, a principio, já
teria sido sepultado ou esquecido lá atrás no tempo! Mas,teria mesmo?
As mulheres em sua grande maioria, vem assumindo as rédeas de suas vidas, e
de uma maneira geral, em todas as atividades, profissões e funções, construindo
suas independências e desvinculando seus dias, seus viveres da ação ou sustento
do macho. O que entendo ser muito salutar e de verdade aplaudo.
Porém, vez por outra, aparece uma “inocente” ou “muito esperta” e com sua
rede de arrastão tenta pescar o peixe que reúne todas as guelras a dar fôlego
aos seus projetos comerciais e construção de um pé de meia, trabalhados sobre um
colchão de água. Ou simultaneamente são pescadoras e também peixes daquela espécie
voraz e que consumem uma boi em questão de minuto, deixando-o só no esqueleto.
O mais recente filme tem como protagonista, jovem carioca de 20 anos, porém
que não gosta de assistir olimpíada e muito menos as competições de pistas de
corridas, 100 m rasos, por exemplo, pois sequer, segunda ela: “Mas na hora nem
sabia que ele era ele, por que eram muitos jamaicanos parecidos”.
Coitada! Ela não deixa de ter razão, pois afinal, como diz o dito popular:
na “noite todos os gatos são pardos”. E no caso, numa boite na penumbra atletas
da Jamaica são todos negros mesmo.
E assim, pode-se concluir que essa “donzela” é realmente muito “bobinha” ou
demasiadamente “ingenua” e sem nenhuma maldade na mente e assim, não teve o
menor zêlo com sua integridade, posto que – ela ainda é uma estudante e
inexperiente – foi convidada por um segurança do atleta maratonista e sem
pestanejar, o acompanhou até o camarote do famoso medalhista, ignorando ser
ele quem é. Ou seja: convite feito, convite aceito, pois como desperdiçar uma
isca jogada na turbulência de uma boite? E depois, o amanhã se constroe ou
principia a construção no hoje.
Pronto! Os holofotes da fama foram ligados e direcionados à jovem
acompanhante e que declara: “não foi nada demais.Foi normal”. Conforme disse a
um jornal.
Bem ante o normal que ela declina, só poderemos constatar, se em maio de
2017, ela não tenha sobre seu ventre os holofotes da mídia e nas matérias a
discussão sobre pensão alimentícia.
E não se venha rotular minha opinião e conclusão como de machista, pois a
realidade mostra que ainda há muitas que racionam pelo útero ou tem neste órgão
sua CTPS com contrato de ganho e razão de seu sustento e, os bobos que caem ou
vão na onda também por aí estão e só aparecem após a decretação da prisão por
falta do pagamento da pensão alimentícia. E tudo a que aqui fiz referencia está
na imprensa nacional.
É como diz a Raquel Shcherazade, grande mulher e excelente jornalista, essa
é a minha opinião!
Lúcio Reis
Belém-Pa. Brasil
Em 25/08/2016
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