Carta da Presidente
Está tornada publico a carta da
Presidente afastada Dilma, endereçada aos senadores e portanto, ao Senado o qual,
decidirá pela sua perda de mandato ou não.
Tardia decisão de Sua Excia.,
pelas razões a seguir, segundo minha visão como cidadão:
- Certa feita e por mais de uma
vez aqui escrevi, a título de sugestão que ela se desligasse do politico
brasileiro, do PT e governasse, administrasse para o cidadão, para a sociedade.
Sei! Dir-me-ão: sem o apoio do congresso, no presidencialismo, ninguém governa.
E aí eu responderia: mas no presidencialismo quem tem o apoio das ruas e
portanto, da massa e do cidadão, fica no poder;
- Quando fiz essas sugestões
tinha em mente que agindo assim ela conseguiria o apoio do povo, do eleitor e
que, como se sabe está e há muito de saco cheio e transbordando com o politico
brasileiro profissional, ante tantas e tantas ações que sempre são contrarias
aos interesses sociais e gerais.
- Mas, ela continuou teimosa,
coloca inicialmente em seu ministério auxiliares sujos e que, já tinham
aprontado no ministério do governo Lula. Pelas realidades judiciais, eles foram
pedindo para sair. Mas, ao invés de fazer substituições por brasileiros que
chegassem para trabalhar em prol do geral, não! Escolhe e nomeia por indicação politica
incapazes, incoerentemente numa demonstração de nenhum apreço com a
responsabilidade perante a Nação e, alguns, para comprovar a assertiva acima,
formam também hoje no ministério Temer.
Em sua carta percebe-se nas
entrelinhas a ausência da autoridade, a convicção de não ter mais o mando nas mãos,
e a certeza de que vai ser apeada e a consequente descoberta de que na politica
brasileira, covardia, traição e o privilegiar os maus e sujos caracter é uma
realidade e, em seu subconsciente, também sabe que as pedaladas fiscais foram
artimanhas, para dar suporte e manter o projeto de poder do PT com sua reeleição.
Equivocou-se Sra Presidente
inicialmente. Persistiu e portanto, errou estupidamente e assim, entrará para a
história como a primeira mulher a subir a rampa do Planalto e colocar a faixa
presidencial – ah! Que está sumida! – e da mesma forma, foi a primeira
presidente a descê-la, por ser teimosa, mal educada, incompetente e com uma
vaidade estúpida, quando alterou a gramática portuguesa por decreto para ser
tratada como presidenta, entre muitos outros deslizes.
Presidente Dilma, já que estamos
em plena olimpíada, sua carta é como se fosse uma penalidade máxima cobrada por uma atleta de olhos vendados e tendo sob a
trave dez goleiros em linha reta como paredão.
Lúcio Reis
Belém,Pa. Brasil
Em 16/08/16
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